SinPsi – Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo.

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A mulher tradicional e a mulher pós-moderna.

Este artigo enfoca a mulher e seus desejos. Honesto, obedece a reflexão do autor em torno da dualidade mulher santa / mulher pós modernidade. A posição da mulher – mãe poderia ser melhor colocada, há que se fazer uma diferenciação entre mulher santa e mulher do lar. Os três últimos parágrafos estão excelentes. Vale a pena.

O vídeo retrata o assunto melhor que minhas palavras.

Uma mulher inesquecível

abril 13, 2012

Psychology History.

O QUE É SER HOMEM?

novembro 9, 2008

industria

por MARIANEZ FRADA*


“Endireite-se e fale como homem. Enfrente isto como homem. Mandaram-me um menino para fazer um trabalho de homem. Serei homem bastante para executar o trabalho? Sou homem bastante para ela? Se me sentisse mais homem…”

Frases como estas que dignificam um gênero em oposição ao outro são muito comuns em todas as culturas falocêntricas como a nossa. Se acrescentássemos à lista “Para de agir como menina. Não seja mulherzinha. Por que não pode agir como um homem de verdade” o quadro ficaria bem mais claro no sentido de idealização de um sexo às expensas de outro. Estou propondo a questão do que é Ser Homem na sociedade contemporânea.Num romance de Norman Mailer: “Os machões não dançam”*, o protagonista vê em seu próprio pai um macho mítico = o mais durão, o mais malandro e o mais auto suficiente. Muitos concordarão com este protótipo de virilidade, outros , entretanto, poderão notar que ele nunca beija mulheres, inclusive as que ama ou com quem faz amor. Esta evitação é inteiramente coerente com o elemento de moral contrafóbico de masculinidade heróica que é exaltado no livro.
Muitos homens hoje, afirma o poeta Robert Bly (1982) influenciados pelos movimentos feministas, cultivam aspectos mais sensíveis, ternos e reflexivos de si próprios:alteraram suas opiniões sobre trabalho, competição, agressão, sentimentos, papéis sexuais, paternidade e maternidade, e o relacionamento deles com ambos os sexos. E muitos ficaram sendo homens melhores por causa disso. Mas o poeta acima vê faltar algo nesses machos modelos melhorados. Muitos desses homens diz ele, perderam o contato com um aspecto essencial de sua natureza mais profunda, com um “selvagem” mítico, ou seja, uma quintessência peluda e arquetípica de algo que difinitivamente não é o que a maioria de nossas avós imaginaria ser um bom rapaz. Argumenta Bly que esta feroz, terrível e atemorizante essência primeva da masculinidade tem de ser enfrentada, trabalhada e integrada para que um homem se realize totalmente.(Bly, R. 1982, “What men really want”)

Referência:

Norman Mailer: Os machões não dançam (tradução em Português), 1984, Nova York, Ramdon House

* A autora é baiana, escritora e pesquisadora em questões de gênero e psicologia.  Colaboradora deste blog.

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